O presente artigo realiza uma reflexão acerca das consequências da “cultura do cancelamento” à saúde mental e vida profissional do indivíduo “cancelado”, bem como os fatores que determinam e contribuem para a ocorrência desse fenômeno. A pesquisa bibliográfica qualitativa, de caráter explicativo, teve como base a utilização de livros, artigos acadêmicos, publicações periódicas on-line e impressos diversos. A metodologia a ser utilizada irá se pautar no método observacional causal, em que os dados serão coletados e analisados de forma técnica, para que as informações consideradas tenham validade e fidedignidade. Ademais, o estudo teve sustentação na análise de caso da cantora Karol Conká. É fundamental a discussão da temática devido ao atual cenário de importância das redes sociais na vida cotidiana de milhares de pessoas, e como as informações e julgamentos compartilhados nessas plataformas afetam a realidade externa de pessoas "canceladas", tendo em vista que não é dado a estes indivíduos o direito de ampla defesa e do contraditório.