Este estudo objetiva descrever, a partir da literatura, as principais atividades exercidas pelo enfermeiro ao Suporte Intermediário de Vida no atendimento pré-hospitalar. Nesse contexto, há uma fragilidade na discussão ao Suporte Intermediário de Vida. No entanto, além do respaldo legal, essa assistência requer maior nível de conhecimento científico e técnico, valorização do enfermeiro e não sobrecarga profissional. O suporte intermediário ajudará a garantir a eficácia do "horário nobre", melhorar os cuidados e minimizar os danos irreversíveis, de acordo com os enfermeiros. Há necessidade de implementar uma estratégia de conscientização sobre esse tema com a participação ativa de gestores, trabalhadores e usuários, valorizando a autonomia dos profissionais enfermeiros para prestar assistência oportuna e qualificada por meio de educação permanente e de longo prazo e divulgação de orientações aos serviços de saúde.