Este artigo tem como objetivo geral analisar as condições da hotelaria de Juiz de Fora com relação a capacidade de receber e hospedar turistas portadores de necessidades especiais. Dado que este é um nicho econômico pouco explorado pelo empresariado e existe obrigatoriedade por lei de que hotéis e pousadas tenham determinada porcentagem dos quartos e apartamentos adaptados a este público, realizou-se um levantamento da capacidade do mercado hoteleiro juiz-forano de absorver a esta demanda. Foi aplicado um questionário a uma variada gama de estabelecimentos por todo o município para que fosse possível traçar um perfil da cidade quanto ao tema. Como objetivo específico, esta pesquisa visa caracterizar a deficiência, a acessibilidade e o turismo acessível através da literatura acadêmica e da legislação brasileira; realizara identificação na legislação nacional quais as condições devem ser observadas pelos estabelecimentos hoteleiros para o atendimento das necessidades da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida. Para procedimentos metodológicos, foi utilizado o método indutivo, com abordagem quantitativa, com objetivos de pesquisa exploratória de campo, com uma amostra de 18 estabelecimentos de hospedagem. Através da pesquisa foi constatado que os empreendimentos de grande porte estão mais preparados para atender aos hospedes com necessidades especiais do que estabelecimentos de menor porte na cidade de Juiz de Fora.