As doenças neurológicas motoras incapacitantes incluem um espectro de doenças que cursam com incapacidade funcional e redução da qualidade de vida dos pacientes que as portam. Vários mecanismos genéticos e ambientais corroboram para o desenvolvimento dessas patologias, as quais incluem Acidente Vascular Encefálico (AVC), Doença de Parkinson (DP) e Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Este trabalho busca identificar os fatores que implicam na determinação dos índices de qualidade de vida dos pacientes. A metodologia utilizada para tal, foi a revisão integrativa, com pesquisas publicadas pelas bases de dados PubMed, LILACS, SciELO com os descritores Parkinson AND quality of life, Stroke AND quality of life, lateral amyotrophic sclerosis AND quality of life. As restrições nas atividades diárias causadas pelo comprometimento motor derivado de tais doenças causam redução da qualidade de vida dos indivíduos acometidos, diminuindo o tempo de recuperação das sequelas. A maioria desses pacientes têm dificuldade de enfrentar a condição atual têm risco aumentado de desenvolverem sintomas depressivos e ansiosos, o que pode ser amenizado pela presença de uma rede de apoio social e familiar. Por conseguinte, pelo acometimento no componente motor do Sistema Nervoso Central, surgem restrições nas atividades cotidianas de portadores de doenças neurológicas incapacitantes como AVC, Doença de Parkinson e ELA, fator que influencia negativamente na independência do indivíduo e nos resultados de vários escores de qualidade de vida.