A ansiedade é uma condição crescente entre adultos jovens, com repercussões significativas na saúde física, mental e funcional. Este estudo teve como objetivo analisar, por meio de uma revisão integrativa, os efeitos da ansiedade nessa população, destacando suas manifestações clínicas e impactos multidimensionais. A metodologia baseou-se na busca de artigos científicos publicados entre 2017 e 2024 nas bases Scielo, LILACS, PubMed e BVS, utilizando os descritores “ansiedade”, “adulto jovem”, “sintomas físicos”, “transtornos mentais” e “impacto funcional”. Após os critérios de elegibilidade, 16 estudos compuseram a amostra final. Os resultados evidenciam que os sintomas físicos mais comuns incluem taquicardia, cefaleia, tensão muscular e distúrbios gastrointestinais. No âmbito mental, observou-se a associação com depressão, insônia, crises de pânico e baixa autoestima. Funcionalmente, a ansiedade compromete o desempenho acadêmico, profissional e os vínculos sociais. Tais achados reforçam a importância de estratégias interdisciplinares para prevenção, acolhimento e tratamento. Conclui-se que a ansiedade impacta negativamente diversos aspectos da vida dos jovens adultos, sendo essencial o fortalecimento das políticas públicas e ações em saúde mental que promovam o cuidado integral e precoce.