O envelhecimento facial é um processo natural e multifatorial que provoca alterações estruturais na pele, como perda de elasticidade, firmeza e volume, sendo agravado por fatores externos como exposição solar, poluição e hábitos de vida inadequados. Nesse contexto, a fisioterapia dermatofuncional tem se consolidado como uma abordagem terapêutica eficaz, associando recursos estéticos e funcionais para prevenir e tratar os sinais do envelhecimento. Este estudo teve como objetivo analisar a atuação da fisioterapia dermatofuncional no rejuvenescimento facial, enfatizando suas principais técnicas e benefícios estéticos, funcionais e psicossociais.Trata-se de uma revisão bibliográfica com abordagem qualitativa, realizada entre janeiro e junho de 2025. A pesquisa foi conduzida nas bases de dados LILACS, PubMed e SciELO, utilizando descritores como “fisioterapia dermatofuncional”, “rejuvenescimento facial” e “envelhecimento da pele”. Foram selecionados 20 artigos publicados entre 2020 e 2025, que atenderam aos critérios de inclusão estabelecidos. Os resultados indicaram que a radiofrequência é a técnica mais explorada, apresentando eficácia na melhora da firmeza e textura da pele, além de estimular a produção de colágeno e reduzir rugas. Outras abordagens, como drenagem linfática manual, ozonioterapia, intradermoterapia e terapia miofuncional também demonstraram resultados positivos, sobretudo quando aplicadas em conjunto. Além dos ganhos estéticos, os estudos apontam melhorias na simetria facial, oxigenação tecidual e autoestima. Conclui-se que a fisioterapia dermatofuncional é uma alternativa não invasiva e segura para o rejuvenescimento facial, promovendo benefícios significativos tanto na aparência quanto no bem-estar emocional dos pacientes, com tratamentos personalizados e baseados em evidências.