O câncer de próstata é uma neoplasia maligna comum entre os homens da terceira idade segundo o Instituto nacional de câncer (INCA) 75% dos casos ocorrem a partir dos 65 anos sendo que no Brasil é o segundo maior indicie dos casos de câncer entre os homens. A prostatectomia radical é um meio de tratamento para o câncer de próstata localizados, como resultado desse procedimento o homem pode apresentar disfunção sexual e incontinência urinaria temporária ou permanente. O objetivo do presente estudo é descrever as alterações fisiológicas e sexuais ocorrido após a realização da prostatectomia e como a Fisioterapia contribui no tratamento destas alterações. A metodologia se trata de uma revisão bibliográfica realizado em bases de dados eletrônicos como SciELO, PubMed, periódicos, portal regional BVS e PEDro. Ao finalizar a pesquisa pode ser compreendido a eficácia da Fisioterapia como tratamento conservador por meio de recursos como treinamento da musculatura do assoalho pélvico, excercicios de Kegel, biofeedback e eletroestimulação para reabilitação da incontinência urinaria e disfunção erétil pós prostatectomia com resultados positivos promovendo qualidade de vida aos indivíduos.