O câncer de próstata é uma das principais causas de morbidade e mortalidade entre os homens, e sua detecção precoce desempenha um papel crucial na redução desses índices. Este estudo teve como objetivo analisar as estratégias de prevenção e rastreamento do câncer de próstata, abordando as barreiras e desafios enfrentados em sua implementação. A pesquisa foi realizada por meio de uma revisão integrativa de estudos recentes, com foco em abordagens como mudanças no estilo de vida, dietas equilibradas, atividade física e terapias farmacológicas. Além disso, os métodos de rastreamento, como o exame de PSA e o toque retal, foram discutidos, destacando suas limitações, como baixa especificidade e risco de falsos positivos. Tecnologias emergentes, como a ressonância magnética multiparamétrica e os biomarcadores moleculares, surgiram como alternativas promissoras para melhorar a precisão diagnóstica. Os resultados também indicaram que a resistência dos homens ao rastreamento, motivada por fatores culturais e o medo do diagnóstico, continua sendo um desafio significativo. Políticas públicas de conscientização e a promoção do acesso equitativo aos serviços de saúde são fundamentais para superar essas barreiras e aumentar a adesão aos exames preventivos. Conclui-se que a personalização do rastreamento, levando em consideração fatores de risco individuais, pode otimizar os benefícios das estratégias de detecção precoce e reduzir a mortalidade por câncer de próstata.