A candidíase vulvovaginal é uma infecção fúngica oportunista e endógena causada pelo gênero Candida. Dessa forma, considera-se a segunda infecção vaginal mais comum que afeta milhões de mulheres na saúde física e mental todos os anos, interferindo em suas relações sexuais, afetivas e sociais. Grande parte dos pacientes com candidíase vulvovaginal recorrente (CVVR) tratam diversas vezes local e não resolvem, ou seja, ideal é tratar a causa base. Portanto, casos de resistência antifúngica são comuns, porém grande parte das mulheres que sofrem dessa patologia precisam de uma análise em relação às alterações da permeabilidade intestinal, que é quando há uma diminuição da junção das células intestinal, logo, alterando o pH vaginal. A Disbiose intestinal é uma desarmonia da microbiota que pode afetar a saúde geral dos seres humanos, incluindo o sistema imunológico e também o sistema urogenital nas mulheres. Desse modo, estudos mostram que mudanças de hábitos de vida, principalmente alimentares poderiam reduzir os sintomas de disbiose intestinal e candidíase vulvovaginal de repetição, visto que adotando uma dieta equilibrada, restringindo carboidratos refinados, ultraprocessados, leite e glúten, e associando com uso de probióticos como Lactobacillus. Assim, este estudo tem como objetivo demonstrar os fatores de risco associados à candidíase vulvovaginal. Portanto, ao final do estudo, foi possível concluir que a CVVR é um problema que afeta muitas mulheres, devendo, portanto, ter um olhar mais crítico sobre essa condição, compreendendo os fatores de risco associados, como alimentação, diabetes, gravides, para que seja possível tratar da forma mais adequada