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Afya Itaperuna

INCIDÊNCIA DOS MALEFÍCIOS À SAÚDE CAUSADOS POR DIABETES MELLITUS I E II: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

AUTOR(ES)

Gabryela Oliveira Furtado

ORIENTADOR(ES)

Álvaro Dutra de Souza

CURSO

Ciências Biológicas

CATEGORIA

Saúde

ANO

2023

DATA DE PUBLICAÇÃO

June 14, 2023

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Resumo

A Diabetes Mellitus I é uma doença autoimune e proveniente de deficiência metabólica em um órgão específico, significando a eliminação separada das células beta do pâncreas que produzem insulina. Já a Diabetes Mellitus II é caracterizada como uma doença endócrina, sendo que as disfunções no metabolismo se devem ao comprometimento da glicose em jejum e a sua elevação após as alimentações, o que são explicadas pela redução da sensibilidade à insulina em suas células-alvo ou/e diminuição no ato de secretar a insulina. A relutância à atividade da insulina impossibilita estimulação de respostas enzimática. A insulina é um hormônio importante para que os níveis de açúcar no sangue sejam controlados, para as células ganharem energia com a entrada de glicose e, quando todo o açúcar não é utilizado, ocorre o acúmulo deste e propicia malefícios à saúde. Sendo assim, foi verificada a prevalência de deficiências que o diabetes pode causar no organismo e os seus riscos por meio de dados bibliográficos, entre a população Brasileira. Este artigo trata-se de uma revisão de bibliografias encontradas em perfis acadêmicos com a busca de coletar informações concedida por esses trabalhos, compará-los e explicá-los. A DMII apresenta alto grau de suscetibilidade em indivíduos na faixa etária de 40 anos ou mais, isso porque a idade pode estar acompanhada de sobrepeso, hipertensão arterial sistêmica, nefropatia diabética, perda no funcionamento do endotélio e dislipidemia. Posto isto, os sintomas são constantes e característicos, como a sede excessiva, vontade de urinar incessante, dores musculares, modificação nas vistas e a obesidade. O envolvimento aterosclerótico das artérias coronarianas tanto dos membros cerebrais quanto dos inferiores é habitual em DMII e representa o maior motivo de mortalidade desse grupo de doença, podendo suceder ainda em estágios iniciais de diabetes e exibir de maneira mais intensa do que em DMI, ainda que os DMI desenvolvem doença renal, degeneração neuronal e visão comprometida. Um transtorno metabólico de forma aguda causado pela cetose, hiperglicemia, desidratação e acidose no DMI, desencadeia a cetoacidose diabética. Quando não identificada precocemente, provoca destruições no metabolismo e causa sequelas como a diurese osmótica. A DM é a doença mais favorável ao desenvolvimento de cegueira atualmente e, normalmente, atinge indivíduos entre 20 a 74 anos. Há também comprometimento da função sudomotora em casos de DM. Entre as manifestações dos sintomas se encontra a anidrose, repressão ao calor, pele bastante seca e sudorese gustatória. Além destes, os pacientes apresentam modificações na sensibilidade vesicular – Disautonomia geniturinária. No ano de 2020, o Brasil esteve na posição cinco com maior incidência de DM frente a outros países, com aumento de 31% durante dois anos. A DM é uma patologia perigosa, silenciosa que compromete qualquer indivíduo sem depender da faixa etária, com elevados níveis de morbidade e mortalidade. A reflexão acerca dos danos à saúde, os estudos que identificam a incidência são fundamentais para salientar a população e os profissionais da saúde de tal gravidade, afim de que a qualidade de vida seja priorizada, incluindo mais estilo de vida saudável e atividades físicas como prevenção.

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