A priori, a música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma atividade importante para o desenvolvimento do raciocínio, facilitando a concentração e o equilíbrio das emoções. Ademais, é uma modalidade relevante para o desenvolvimento da mente humana e para o equilíbrio emocional, com isso, estudos comprovaram que, quando a música faz parte do cotidiano das pessoas, elas conseguem lidar com as adversidades da vida. A música tem sido utilizada para ajudar pessoas com uma variedade de condições de saúde, incluindo transtornos mentais, distúrbios do desenvolvimento, doenças crônicas e condições neurológicas. Visto isso, adotou-se uma forma de utilizar a música como um tratamento não farmacológico e conservador, a musicoterapia, em redes hospitalares, principalmente em pacientes oncológicos. Diante disso, a finalidade deste trabalho é investigar a influência da musicoterapia na percepção de dor em pacientes oncológicos, analisando como esses pacientes se sentem antes e depois da musicoterapia. O estudo será realizado via Escala Visual Analógica, que pretende entender como esse tratamento conservador pode conduzir a doença. O método escolhido será subdividido em etapas, a primeira que busca analisar a dor desse paciente antes de cantar uma melodia e a segunda como esse paciente se sente depois da música. O estudo da musicoterapia para pacientes oncológicos é de grande relevância, pois essa terapia complementar tem mostrado resultados positivos na melhora da qualidade de vida desses pacientes, tanto em aspectos físicos como psicológicos e emocionais. Portanto, visando uma melhora na rotina hospitalar desses pacientes, o estudo da influência da música na percepção de dor dos pacientes oncológicos busca ajudar essas pessoas e implementar a musicoterapia como um tratamento conservador em hospitais que ainda não adotaram essa possibilidade.