Este presente trabalho realiza um estudo de caso sobre o Museu Nacional, buscando propor possibilidades de aplicação de dispositivos e novas tecnologias de prevenção e combate a incêndio e sugerir uma adaptação estrutural em concreto armado, de maneira a evitar uma nova tragédia como a ocorrida no dia 2 de setembro de 2018. Essa data foi marcada por um incêndio que devastou grande parte do acervo histórico do Museu Nacional, além da estrutura física da edificação. Para início do estudo, foram coletados projetos de engenharia da edificação, fornecidos pelo escritório técnico da UFRJ. Na sequência foi feita a análise para identificar o ano da construção do monumento, tendo-se como marco a data do ano de 1976, classificando a edificação como uma “construção antiga”, não havendo a necessidade de adequação total ao Decreto n° 42/2018 do Estado do Rio de Janeiro. No entanto, as análises visam compor de maneira integral e eficaz todas as medidas postas na classificação do decreto, e dada a importância desse monumento histórico, foram inseridos os estudos de viabilidade de aplicação de novas tecnologias. Como resultado do estudo, foram obtidas maneiras diferenciadas de aplicação dos dispositivos de prevenção e combate a incêndio que associado a inovação, compõem o sistema de prevenção e combate incêndio do museu, garantindo a segurança necessária para atendimento ao público e armazenamento do acervo histórico, mantendo então a arquitetura de forma integra, já que é uma edificação tombada.