A automedicação de benzodiazepínicos entre estudantes da rede privada de ensino é uma preocupação crescente que merece atenção especial. A pressão acadêmica, as altas expectativas de desempenho e o ambiente competitivo podem levar os estudantes a buscar maneiras rápidas de lidar com o estresse, ansiedade e dificuldades emocionais. No entanto, a automedicação de benzodiazepínicos pode ter consequências graves para a saúde dos estudantes, afetando negativamente seu bem-estar físico e mental. A proposta do presente estudo é avaliar a qualidade de vida em universitários que se automedicam com benzodiazepínicos. A pesquisa será realizada em acadêmicos do Centro Universitário Redentor por meio de questionários, autoaplicáveis estruturados no Google forms, contendo perguntas sobre automedicação e pelo instrumento de avaliação de Qualidade de Vida da Organização Mundial da Saúde (WHOQOL-bref). A automedicação e a obtenção sem prescrição médica têm sido práticas comuns, o que ressalta a necessidade de abordagens educativas e intervenções direcionadas para promover o uso responsável de medicamentos e fornecer alternativas saudáveis de enfrentamento do estresse e da ansiedade entre os estudantes universitários.