← Voltar à busca
Afya Itaperuna

REALIDADE VIRTUAL NA CRIANÇA ACOMETIDA POR PARALISIA CEREBRAL DO TIPO DIPLEGIA ESPÁSTICA

AUTOR(ES)

Thainá Ribeiro de Castro

ORIENTADOR(ES)

Lara Luiza Campos de Souza

CURSO

Fisioterapia

CATEGORIA

Saúde

ANO

2023

DATA DE PUBLICAÇÃO

June 13, 2023

Baixar documento (PDF)

Resumo

A Paralisia Cerebral do tipo Diplegia Espástica é considerada a mais comum em prematuros e é caracterizada por espasticidade predominantemente em membros inferiores, que se caracteriza pela presença de tônus elevado e é ocasionada por uma lesão no sistema piramidal. A marcha é caracterizada por flexão plantar do tornozelo, hiperflexão do joelho com valgo e aumento da adução e rotação interna do quadril. Objetivo: Relatar os benefícios da atuação fisioterapêutica por Realidade Virtual na criança acometida por Paralisia Cerebral do tipo Diplegia Espástica. Metodologia: O presente estudo trata-se de uma revisão bibliográfica, onde foram realizadas buscas nas bases de dados Google Acadêmico, SciElo e Pubmed entre os anos de 2010 a 2022. Revisão da literatura: As estratégias lúdicas como jogos e brincadeiras podem ser utilizados tanto para avaliação quanto para atendimento fisioterapêutico, desde que feito de forma consciente e planejada durante a consulta, a RV melhora a mobilidade, habilidades cognitivas, qualidade de vida e oportunidades de vida social. O potencial do uso da RV como programa de intervenção para crianças com PC traz novas e efetivas perspectivas para melhorar a auto-competência e o desempenho motor. A RV é uma nova ferramenta terapêutica com múltiplos objetivos funcionais na reabilitação de crianças e adolescentes com PC. Conclusão: A Realidade Virtual vem ganhando muito espaço e evoluindo muito principalmente na área da saúde, e está se tornando uma grande aliada no tratamento fisioterapêutico, pois atua como forma de tratamento lúdica, dinâmica e inovadora. A aplicação do conhecimento da RV no campo da reabilitação pediátrica ainda está em seus estágios iniciais, os poucos trabalhos existentes demonstraram o potencial da RV para melhorar a mobilidade, habilidades cognitivas, qualidade de vida e oportunidades de vida social.

PALAVRAS-CHAVE