Com a mudança de estação, especialista destaca impactos no comportamento e na saúde emocional de estudantes
19/3/2026
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Em 2026, o Equinócio de Outono tem início no dia 20 de março, marcando a transição entre as estações e a tendência de queda gradual das temperaturas ao longo das semanas seguintes. O período também é caracterizado pela redução da incidência de luz solar e por mudanças no ritmo cotidiano.
Embora as alterações sejam mais perceptíveis no clima, os impactos podem ir além do ambiente físico e alcançar aspectos comportamentais e emocionais. A psicóloga da Afya Montes Claros, Joseanny Pires, do Núcleo de Experiência Discente (NED), traz esclarecimentos sobre o tema.
Segundo a especialista, a chegada do outono pode influenciar diretamente a forma como as pessoas lidam com a rotina e as próprias emoções.
“Com a diminuição da luminosidade e a mudança no ritmo dos dias, é comum observar um movimento mais introspectivo. Esse período pode favorecer reflexões importantes sobre hábitos, escolhas e bem-estar”, explica.
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No contexto universitário, essas mudanças podem ser ainda mais perceptíveis. De acordo com Joseanny Pires, o momento pode contribuir para que estudantes revisem prioridades e reorganizem a rotina acadêmica. “É uma oportunidade de avaliar o que tem funcionado, o que precisa ser ajustado e como equilibrar melhor as demandas acadêmicas com a saúde emocional”, destaca.
Avanços na trajetória e reconhecimento
A psicóloga também ressalta que o período pode ser utilizado para reconhecer avanços ao longo da trajetória acadêmica. “Muitas vezes, o estudante está focado apenas no que ainda precisa alcançar. O outono pode ser um convite para olhar também para as conquistas já realizadas, o que é fundamental para manter a motivação”, afirma.
Ainda segundo a especialista, a estação pode ser vista como um momento de preparação para novos ciclos. “Assim como na natureza, esse é um período de reorganização. Pequenas mudanças na rotina, no planejamento e no autocuidado podem fazer diferença no desenvolvimento pessoal e acadêmico”, conclui.
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