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Egresso retorna à Afya Montes Claros para palestra sobre inovação e defesa de territórios indígenas

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A noite de terça-feira foi marcada por aprendizado e reencontro na Afya Montes Claros. A instituição recebeu o professor Dr. Gabriel Pedro Moreira, docente da Universidade Federal de Roraima (UFRR) e egresso do curso de Direito da casa, para a palestra “Inovação Tecnológica na Defesa de Territórios Indígenas” com foco na preparação para Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2026.  

O momento reuniu acadêmicos dos cursos de Arquitetura, Engenharia de Computação e Psicologia, promovendo uma reflexão sobre o uso da tecnologia na proteção de territórios e no fortalecimento de saberes indígenas, além de ampliar o olhar dos estudantes para contextos interculturais.

Durante a palestra, o professor destacou a relevância do tema tanto para a formação acadêmica quanto para a atuação profissional.  

Tenho trabalhado em Roraima com questões relacionadas à tecnologia indígena e proteção territorial. Vim compartilhar um pouco dessa experiência com os alunos. Além de ser uma temática importante para o ENADE, é um conteúdo que amplia o conhecimento intercultural dos estudantes”, ressaltou.

Para o coordenador do curso de Engenharia, professor Evandro Oliveira, a atividade trouxe contribuições significativas para a comunidade acadêmica. “É uma grande oportunidade para o nosso curso, especialmente pelas aplicações tecnológicas que dialogam com o nosso dia a dia. Foi uma palestra muito enriquecedora, tanto para os alunos quanto para os professores”, avaliou.

Sobre o Enade
O Enade 2026 vai avaliar acadêmicos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia da Computação, sendo uma etapa essencial na trajetória de formação. A participação é obrigatória para estudantes concluintes, funcionando como um componente curricular indispensável para a colação de grau e emissão do diploma — ou seja, quem não realiza a prova fica em situação irregular e não pode se formar.  

Além disso, a regularidade no exame é registrada no histórico escolar, documento exigido tanto pelo mercado de trabalho quanto em processos de pós-graduação. O desempenho dos estudantes também impacta diretamente a avaliação do curso junto ao MEC, contribuindo para o Conceito Preliminar de Curso (CPC); cursos com notas mais altas ganham maior prestígio, o que valoriza o diploma no mercado.  

Por outro lado, resultados insatisfatórios de forma contínua podem comprometer a renovação do reconhecimento do curso. Vale destacar que a nota individual não reprova o aluno, mas reflete a qualidade da formação oferecida, já que o Enade tem como objetivo avaliar o ensino superior no Brasil.